sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Cinema é fantástico

Afirmo isso por que só lá você pode fingir ser quem não é e ainda assim ser aplaudido por isso!
Além disso, só no cinema você tem a possibilidade de mostrar exatamente o que você tem em mente, contar uma história a sua maneira, impor o seu ponto de vista. Isso é fantástico. E se optar por algo mais abstrato, planos, enquadramentos e montagem colaboram para deixar a obra aberta a interpretações e suposições de todos os tipos. Os efeitos especiais, quando utilizados com prudência, elevam a história a um nível inegualável de realidade - o que, por outro lado, transfere uma atmosfera de magia ao filme. Bom, tudo isso pode ser feito com grandes ou pequenos orçamentos. O importânte mesmo é ter algo de interessante a contar e contá-lo de forma verdadeira.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Em Filmagem

Já disse aqui que eu adoro suspense né? Filmar um suspense então, é melhor ainda!
Meu novo curta está sendo rodado e editado simultaneamente. Particulamente acho que é uma ótima técnica porque deixa mais claro - pra mim - o clima do filme. O que o filme pede. Claro que fizemos um roteiro, pré-produzimos etc. Mas depois que ele ganha a telinha - do premiere - fica claro qual cena deve se seguir e o que devo privilegiar. Bacana! Fazendo e aprendendo!

Ah, quando finalizarmos eu posto no youtube e aviso por aqui!
=]

ps - indo pra BH hj anoite! Volto na terça!

sábado, 22 de dezembro de 2007

Do tempo

Futuro. Algo inventado pelos seres humanos para que se estabeleçam no tempo visando a organização do espaço. O futuro pode chegar em questão de milésimos de segundo ou nunca se aproximar. Para a física quântica, o futuro não existe – uma vez que vivemos de forma atemporal. A fé e o futuro são dois aspectos íntimos do nosso cotidiano: quem não tem fé, não tem verdades. Quem não tem futuro, não vive – sobrevive. Estes são dois dos principais mecanismos indispensáveis de manutenção da vida humana. Outros tantos também poderiam ser listados, como a arte e o vício, mas isso seria tema para uma monografia!

Presente. Tempo criado para dar ao humano a sensação de livre arbítrio. Toda ação é realizada impreterivelmente neste tempo – não importando a ótica analisada. O presente é elástico, podendo representar um segundo ou até mesmo um ano. Se reduzido ao tempo mínimo percebido, é notado que este se torna passado antes que se entenda.

Passado. Qualquer evento que foi realizado – seja este de qualquer espécie e quantidade. O passado pode ser decisivo para a efetivação do presente ou até mesmo do futuro. As impressões e ações são intransferíveis e imutáveis. A lógica é: pense no seu futuro, aja no presente para orgulhar-se do seu passado.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

A última mala

Há 4 anos eu me mudei para BH. Hoje, estou voltando para minha casa.
Depois de todos esses dias, eu vi que tudo, exatamente tudo, mudou. O tempo que eu ganhei aqui, eu perdi lá. E minha vida continua assim, como um jogo onde quem manda é o tempo e eu, sou apenas uma peça boba, sem vida nem cor. As marcas que eu deixei ao longo desses anos, hoje eu reabri. Vagarosamente fui relembrando cada momento que vivi aqui. A solidão do começo, minha inocência diante do mundo, meus medos... A empolgação com a cidade grande, as festas, as oportunidades e por fim, o descanso, o cotidiano e as pressões. Depois de uma tarde toda guardando minhas coisas, percebi que pra cada mala, pra cada sacola, pra cada pacote que eu fechei, um sentimento de impotêntencia e tristesa foi guardado. Hoje eu estou de mudança, amanhã volto a comandar minha própria vida.
Obrigado a todos que me ajudaram a progredir, a todo sofrimento que me fez crescer e, por fim, às oportunidades que me fizeram viver.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

o lado triste do homem

Houve um tempo na minha vida em que eu escolhi caminhar por um caminho sem volta.
A cada passo que eu dava, descobria paisagens nunca antes vistas: Montanhas recheadas de florestas verdes e úmidas e vales cada vez mais frios e escuros.
Durante muito tempo sofri com a distância dos sentimentos verdadeiros. Lentamente, fui me afastando da minha essência. A inocência, que aqui me era tão cara, me abandonava diariamente nas mãos frias das tardes arrastadas. Pouco a pouco, aprendi a enxergar maldade nos sentimentos mais inofensivos. Desprezo e “pouco caso” acompanharam as lágrimas escorridas no colchão do quarto vazio e, diariamente, a solidão se tornou minha única companhia. Depressão, fraqueza, melancolia e excesso de slowmotion fez de mim um ser menos importante. Ainda nesse tempo, pude provar o lado triste do homem e dormir abraçado comigo mesmo. Constantemente me pegava pensando em girassóis e montanhas de neve, ainda que vivesse entre baratas e quatro paredes.


quarta-feira, 7 de novembro de 2007

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Vida Louca Vida

Cazuza, canta mais alto pra eu esquecer um pouco dos porres da vida..